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sexta-feira, 24 de julho de 2009

O Amarelo Vermelho

Hoje, após o trabalho, presenciei uma daquelas cenas que infelizmente se tornaram muito comuns no trânsito das grandes cidades: Carro amassado, moto no chão, motoqueiro rolando e aquela muvuca ao redor. Já vi isso diversas vezes, mas essa me chamou atenção pela particularidade do sinal amarelo. Não contentes em se arriscar no meio do fluxo dos carros, os motoqueiros costumam sair em disparada no momento de segurança da sinaleira. Aquele, em que o sinal aberto vai para o amarelo, e o fechado permanece no vermelho. Esse tempo é justamente para impedir que os apressadinhos que aceleram ao invés de freiar quando vêem o amarelo, não passem por cima dos apressadinhos que ao invés de esperar o verde da sua sinaleira, espiam o vermelho da sinaleira do vizinho! E pronto! Lá se foi a segurança que os engenheiros de tráfego (se é que existe essa espécie no Brasil, porque né...). O fato agora é que, além dos motoristas cuidarem para não sair da absoluta linha reta que são obrigados a andar nas grandes cidades para não transformar um motoqueiro em atum, ainda precisam deixar de ser apressadinhos e pisar no freio no sinal amarelo. Ou podem acabar fazendo parte do famoso número de circo: o homem bala. Claro que entraria como canhão e não como homem bala, essa parte caberia ao motoqueiro! Impressionante o risco que os caras correm. OK, eles ganham por entrega (por tempo, portanto), mas a que custo? Nem quis olhar as estatísticas desse tipo de acidente, porque todos já sabem. Se não sabem, imaginam que é um absurdo fora do normal.

Não vou entrar no mérito de culpas nesses acidentes, até porque a gente sabe o que tem de barbeiro sem noção dirigindo carros erroneamente e passando por cima de tudo que aparece pela frente. Dessas encrencas diárias, é difícil dizer qual a parcela que a culpa é do apressadinho da motoca, e qual é do carro que acaba fazendo algum malabarismo sem aviso prévio. Na verdade, o que temos que fazer é abrir espaços na agenda para pequenos atrasos, fazer o que! Que o trânsito nas nossas cidades está parado, todo mundo sabe, então qual o motivo para tanta discussão? Está com pressa? Vamos lá para a prefeitura pedir melhorias nas vias! Torrar a paciência do prefeito, do secretário, dos honoráveis vereadores! E sim, os motoras precisam pegar leve. Tanto os de quatro, como os de duas borrachas!

E aí que vale a mesma máxima da direção defensiva:
De quem é a preferencial? De quem quer manter seu carro e seu nariz inteiro!

E o sinal amarelo? Ora, quer brincar de bala ou canhão?

sábado, 20 de junho de 2009

Enquadrando.

Melancia quadrada.

370 mil quilômetros quadrados para 130 milhões de habitantes. Números impressionantes para um país impressionante, e um povo mais fantástico ainda. Eu admiro muito o povo japonês, tenho amigões japoneses, e eles são mesmo brilhantes. Entendo perfeitamente porque eles passam voando pelo resto do mundo em tecnologia. Mas melancias quadradas?

Uma pequena cooperativa de Zentsuji (Kagawa), na região de Shikoku está enviando ao Japão todo suas melancias portáteis, fáceis de guardar na geladeira, porém com gosto de pepino e nada doces. Elas chegam a custar quase R$ 300,00. Inacreditável. Eu já ia sugerir que eles dessem um jeito de produzir abacaxi sem casca e já fatiado, mas se a melancia já ficou com gosto de pepino... O que ia sobrar pro abacaxi?

Espaço por lá é coisa valiosa, mas comer um pepino gigante porque a melancia é redonda foi demais. E o Ceará iniciou sua produção do mesmo produto, importando as formas de plástico resistente e alumínio que o obrigam o pepino gigante a ganhar cara nova. Pela cara, a melancia-pepino cearence ainda parece ter ainda função de vela!



Por favor, deixem a jaca quieta!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

A crise do Hot Dog.

Este é um texto de domínio popular, não foi escrito aqui na Artigolândia do Rico, mas merece ser divulgado neste momento da economia mundial.


Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorro quente. Ele não tinha rádio, não tinha televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia o melhor cachorro quente da região. Ele se preocupava com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava e gostava.

As vendas foram aumentando e cada vez mais ele comprava o melhor pão e a melhor salsicha. Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender a grande quantidade de fregueses. E o negócio prosperava e prosperava . Seu cachorro quente era o melhor! Vencedor, ele conseguiu pagar uma boa escola ao filho. O menino cresceu, e foi estudar Economia numa das melhores Faculdades do país.

Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai continuava com a vida de sempre, vendendo, agradando e prosperando e teve uma séria conversa com o pai:

- Pai, então você não ouve radio? Você não vê televisão? Não acessa a Internet e não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso País é crítica. Está tudo ruim. O Brasil vai quebrar.

Depois de ouvir as considerações do filho Doutor, o pai pensou: _ Bem, se meu filho que estudou Economia na melhor Faculdade, lê jornais, vê televisão e internet, e acha isto, então só pode estar com a razão!

Com medo da crise, o pai procurou um Fornecedor de pão mais barato ( e é claro, pior ).

Começou a comprar salsichas mais barata ( que era, também, a pior ). Para economizar, parou de fazer cartazes de propaganda na estrada.


Abatido pela noticia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta. Tomadas essas ‘providências’, as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo e chegaram a níveis insuportáveis e o negócio de cachorro quente do velho, que antes gerava recursos até para fazer o filho estudar Economia na melhor Faculdade… quebrou.

O pai, triste, então falou para o filho: - ‘Você estava certo, meu filho, nós estamos no meio de uma grande crise. ‘e comentou com os amigos,orgulhoso:

- ‘Bendita a hora em que eu fiz meu filho estudar economia, ele me avisou da crise …’

Aprendemos uma grande lição: Vivemos em um mundo contaminado de más noticias e se não tomarmos o devido cuidado, essas más noticias nos influenciarão a ponto de roubar a prosperidade de nossas vidas.

O texto original foi publicado em 24 de fevereiro de 1958 em um anúncio da Quaker State Metais Co. Em novembro de 1990 foi divulgado pela agência ELLCE, de São Paulo.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2006

Artigolândia

Buenas, buenas! Bem vindos caros visitantes, a este pequeno ensaio de um apaixonado pela arte da escrita!

Não que eu seja um artista, muito menos que eu escreva arte, mas bem... Vamos tentar traçar algumas linhas interessantes!

Os assuntos serão diversos, os comentários permitidos, as críticas consideradas, e o estímulo ao pensamento garantido!

Aqui na Artigolândia, os maus serão culpados, os bons admirados, e como num conto de fadas, as opiniões respeitadas e discutidas!

Dá-lhe Brasil, o país antes do fim do mundo!


Arti, o Rico da Artigolândia
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